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Eleições / Mesmo preso, Lula opera esquema de distribuição de dinheiro para aliados

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Curitiba PR 17 07 2018 Os senadores Jorge Viana, Renan Calheiros, Roberto Requião, Edison Lobão e Armando Monteiro, integrantes da comissão suprapartidária de Constituição e Justiça do Senado, visitam o presidente Lula nesta terça-feira (17) nas dependências da Superintendência da PF em Curitiba. #LulaLivre FOTOS: Cláudio Kbene.

Preso por corrupção, o ex-presidente Lula transformou sua cela em Curitiba em comitê da candidatura de Haddad ao planalto.

Teoricamente, a cadeia ou o cárcere deveria servir para o preso se regenerar dos crimes cometidos, não voltar a delinqüir e deixar o presídio após o final da pena apto a se reintegrar à sociedade, devidamente recuperado. Mas o preso Lula parece não se arrepender e continua a desmoralizar a Justiça brasileira.

Ao praticar sem qualquer cerimônia ou pudor o papel de chefe da candidatura do petista Haddad. irrigar as campanhas dos que se dispõem a serem convertidos a novos aliados. A máquina eleitoral é comandada por meio de bilhetinhos, só que de dentro da cadeia, os quais o petista faz chegar às mãos de assessores de altíssima confiança. A ordem é abrir as torneiras de dinheiro para aliados em especial no Nordeste, no Ceará, Piauí e Pernambuco.

Ao exercer sem qualquer cerimônia ou pudor o papel de coordenador da candidatura do presidenciável Fernando Haddad (PT), o petista transformou a sala-cela num QG da campanha, onde acontecem manobras pouco ortodoxas no vale-tudo para eleger o petista. Sob as barbas das autoridades, Lula vale-se da estrutura carcerária para operar a estratégia eleitoral petista, colocando em prática métodos nada republicanos no esforço para cooptar apoios de partidos como MDB, PR, PP e PDT para o “projeto Haddad”.

Conforme apurou a revista ISTOÉ, além de promessas de cargos no futuro governo do PT, Lula articula vantagens financeiras destinadas a irrigar as campanhas dos que se dispõem a serem convertidos a novos aliados.

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