“A mágoa que, porventura, tenha do Ciro e que ele tenha de mim está em segundo plano”, diz Wagner

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Questionado sobre vínculo com Ciro, Wagner alegou que eventuais diferenças entre eles não superam o compromisso com o projeto político de oposição ao qual estão vinculados.

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Presidente do União Brasil no Ceará e ex-deputado federal, o Capitão Wagner minimizou os conflitos travados entre ele e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) no passado. Durante o encontro da oposição em que foi anunciada a filiação do ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, nesta terça-feira (3), o político disse que ainda não se encontrou com o ex-governador, mas que isso deve acontecer em breve.

Ainda conforme salientou, há, por parte dele, uma “maturidade para entender que o Ciro é uma grande liderança nacional”. “Tem uma experiência que agrega muito ao grupo e, logicamente, entendo que é importante a presença dele nesse palanque para somar”, destacou, ao mencionar a trajetória do membro do clã Ferreira Gomes.

Já ao ser questionado sobre a aproximação com Bolsonaro, de quem, até alguns anos atrás, era crítico, Roberto Cláudio falou sobre a aproximação do PT com antigos adversários políticos. Ele citou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o deputado federal Eunício Oliveira (MDB) como exemplos.